DISSÍDIO CHEGANDO
Mais uma
vez chegamos à época das discussões do nosso Dissídio. Historicamente o
Sindicato vem conseguindo ganhos reais à 10 anos consecutivos. Neste
período não perdemos nenhuma cláusula social e conseguimos garantir
outras tantas. Vamos lutar pela
obrigatoriedade do ticket restaurante que já é direito em mais de 70% da
categoria. Cláusulas polêmicas como o Banco de Horas vão ser discutidas.
Sugestões e críticas serão bem vindas pelo site semirgs@semirgs.com.br e
este veículo deixará os trabalhadores em Imobiliária informados do
andamento da negociação.
FSM 10 ANOS
O Fórum
Social Mundial (FSM)- 10 Anos – Grande Porto Alegre reuniu 35 mil pessoas
em 915 atividades no Rio Grande Sul, realizadas em sete cidades gaúchas
de 25 a 29 de janeiro de 2010.
Participaram
representantes de 39 países e, dos presentes, cerca de 60% foram
mulheres. Também chamou a atenção a expressiva participação dos jovens,
27% dos participantes.
A
expressiva participação da juventude revela o fato dos jovens estarem
engajados nas transformações sociais e econômicas de que o mundo precisa.
“O evento demonstrou mais uma vez a necessidade de haver, cada vez mais,
construção de políticas que garantam a igualdade entre homens e
mulheres”, complementou Woyciechwoski Presidente da CUR RS.
A edição
2010 do Fórum, acrescenta, reforçou a necessidade de se construir um
mundo mais solidário e sustentável. O organizador aponta mudanças na
política da América Latina e fatos inéditos, como a eleição de Barak
Obama nos Estados Unidos, como demonstrações de que a humanidade busca
novas possibilidades para a sociedade. Woyciechwoski ainda percebe que
poderia ter ocorrido maior participação “por parte da gestão pública do
RS nos debates e diálogos”.
OS RICOS NUNCA PERDEM:
Estudo da Fundação
Getúlio Vargas (Centro de Políticas Sociais) mostra que os extratos das
classes AB do Brasil foram os que mais cresceram no ano de crise (2%). A
classe E foi a que mais perdeu (caiu 1,4%).
Fonte UGT Press
SALÁRIO MÍNIMO
A partir de
1º de janeiro, o salário mínimo no Brasil passou a ser de R$ 510,00, um
reajuste total de 9,68%, sobre os R$ 465,00 em vigor até dezembro, e um
aumento real de 6,02%. A elevação no piso nacional deve beneficiar cerca
de 46,1 milhões de pessoas, entre empregados, trabalhadores por conta
própria, empregados domésticos e empregadores, que têm seu rendimento
referenciado no salário mínimo. Além disso, o aumento deve permitir a
entrada na economia brasileira, de aproximadamente R$ 26,6 bilhões ao
longo do ano, e incrementar a arrecadação tributária em R$ 6,8 bilhões.
Considerando-se
o período que se estende desde o início do governo Lula (janeiro de 2003)
até agora, o salário mínimo já obteve um reajuste nominal de 132,50%,
enquanto a inflação acumula alta de 60,40%. Ou seja, houve, no período,
um aumento real de 44,95%.
Este
comportamento do salário mínimo foi possível devido à mobilização
unitária das centrais sindicais do país, que conseguiram, em 2004, a
criação de uma Comissão Quadrippartite – governo, trabalhadores,
empregadores e aposentados. Esta comissão elaborou proposta – aprovada
pelo Congresso - de uma política permanente de valorização do salário
mínimo que alia a recomposição de seu valor pela inflação entre dois
momentos de correção do salário e a variação do PIB de dois anos antes,
que vem sendo aplicada desde 2008.
Fonte DIEESE